segunda-feira, março 21, 2005
e se a vida é vidinha, já não há poesia
A poesia é a vida? Pois claro!
Conforme a vida que se tem o verso vem
- e se a vida é vidinha, já não há poesia
que resista. O mais é literatura,
libertinura, pegas no paleio;
o mais é isto: o tolo dum poeta
a beber, dia a dia, a bica preta,
convencido de si, do seu recheio...
A poesia é a vida? Pois claro!
Embora custe caro, muito caro,
E a morte se meta de permeio.
alexandre o'neill
hoje é dia mundial da poesia. o equinócio já passou, quase despercebido. a primavera chegou já ontem, ao meio-dia e trinta e quatro. hoje são as palavras. e as ávores. e o papel que vem das árvores onde desenhamos as letras que teimam em escrever palavras. é hoje.
Conforme a vida que se tem o verso vem
- e se a vida é vidinha, já não há poesia
que resista. O mais é literatura,
libertinura, pegas no paleio;
o mais é isto: o tolo dum poeta
a beber, dia a dia, a bica preta,
convencido de si, do seu recheio...
A poesia é a vida? Pois claro!
Embora custe caro, muito caro,
E a morte se meta de permeio.
alexandre o'neill
hoje é dia mundial da poesia. o equinócio já passou, quase despercebido. a primavera chegou já ontem, ao meio-dia e trinta e quatro. hoje são as palavras. e as ávores. e o papel que vem das árvores onde desenhamos as letras que teimam em escrever palavras. é hoje.
