segunda-feira, janeiro 17, 2005
receita para domingos de auto-comiseração
o sol das tardes de inverno aquece mesmo as almas mais frias. o mar relembra que, como as ondas, os dias maus vêm e vão. partilhar o pôr-do-sol com alguém que compensa o frio que sabemos que está por trás daquele último raio de sol.
uma massagem no ego. um livro novo, papel que cheira a tinta. um disco novo, que enche o peito de ar. e qualquer coisa – necessariamente desnecessária - que desperte a norma jean que há em mim. coisas que fecham o ciclo e alimentam a alma que já estava mais quentinha.
jantar e cinema para matar a fome e a sede. de conversa e novas palavras para fazer funcionar a máquina. e, agora sim, abraço a noite.
uma massagem no ego. um livro novo, papel que cheira a tinta. um disco novo, que enche o peito de ar. e qualquer coisa – necessariamente desnecessária - que desperte a norma jean que há em mim. coisas que fecham o ciclo e alimentam a alma que já estava mais quentinha.
jantar e cinema para matar a fome e a sede. de conversa e novas palavras para fazer funcionar a máquina. e, agora sim, abraço a noite.