domingo, novembro 14, 2004
olhei para o horizonte
e por entre as cores que desfazem o dia e nos trazem a noite encontrei-a.
a lua, delicada, está hoje suspensa num céu de outono nu. sem nuvens, como ficam sem folhas as árvores. perfeitamente recortada na sombra que ainda pesada se abate sobre ela num quarto crescente que persiste. persiste.
andava distraída da minha lua. e que falta me fazia.
a lua, delicada, está hoje suspensa num céu de outono nu. sem nuvens, como ficam sem folhas as árvores. perfeitamente recortada na sombra que ainda pesada se abate sobre ela num quarto crescente que persiste. persiste.
andava distraída da minha lua. e que falta me fazia.
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Ainda bem que paraste por uns tempos, o vício da lua é dos piores vícios que eu conheço. E aquela forma que ela tem de ser companheira?
Boa lua
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Boa lua
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