segunda-feira, outubro 25, 2004
porque nem sempre estou sóbria...
... ou de quando o álcool me ilumina as ideias.
este fim-de-semana estive "de casamento". cerimónias e comezainas à parte, depois do copo de água a coisa virou bailarico. fartei-me de dançar com sapatinho de festa. os meus pés estariam, numa situação normal, em chaga, mas anestesiei-os com vinho quente com canela, moscateis, vinhos vários à refeição, caipirinhas e vodkas limão. isto depois de ter travado amizade com dois empregados que me serviam compulsivamente quando descobriram a minha capacidade esponja. adoraram encharcar-me daquela maneira.
mas dizia eu, do bailarico. o império das quintas dos casamentos está a ficar cada vez mais completo. havia uma pequena sala com bola de espelhos, dj e bar onde a coisa adquiria contornos de disco. pena que condicionada pelos gostos vigentes na sociedade-da-camisa-de-xadrez-largo-por-fora-dos-jeans. a melhor batida brasileira, bomba sexy e por aí. mas quando o grau de alcoolémia sobe, a exigência desce e assim lá pulei eu noite dentro, no total domínio do dancefloor. o meu novo amigo do bar, apesar de só poder servir whisky e gin, tinha uma garrafa de vodka debaixo do balcão que partilhou comigo em segredo. isto tornava as idas ao bar em verdadeiras avalanches de gargalhada dos meus amigos com o namoro que eu fazia ao dito barman para que me servisse da reserva proibida. só foi pena que os senhores quisessem fechar às 2h. lá pelas 2h30m começaram mesmo a arrumar copos e acender luzes, para desgosto dos já poucos mas enérgicos presentes.
enfim, descrita a atmosfera, passo a contar a ideia que-se-me-iluminou como que uma epifania.
os senhores a fechar. e nisto, queríamos uma música para fechar as hostilidades. e fomos pedir ao dj, que então já era o nosso melhor amigo depois do barman, para nos pôr o YMCA, dado que nada mais do que tinha se nos apresentava digno do encerramento.
e então iluminou-se-me. para quando uma cover deste mega hit por uma grande banda de rock? YMCA. brega, mas com ritmo. na altura pareceu-me a melhor ideia do mundo. mas quando acordei de manhã percebi que não. deve ter sido das emoções do dia.
bolacha encharcada.
este fim-de-semana estive "de casamento". cerimónias e comezainas à parte, depois do copo de água a coisa virou bailarico. fartei-me de dançar com sapatinho de festa. os meus pés estariam, numa situação normal, em chaga, mas anestesiei-os com vinho quente com canela, moscateis, vinhos vários à refeição, caipirinhas e vodkas limão. isto depois de ter travado amizade com dois empregados que me serviam compulsivamente quando descobriram a minha capacidade esponja. adoraram encharcar-me daquela maneira.
mas dizia eu, do bailarico. o império das quintas dos casamentos está a ficar cada vez mais completo. havia uma pequena sala com bola de espelhos, dj e bar onde a coisa adquiria contornos de disco. pena que condicionada pelos gostos vigentes na sociedade-da-camisa-de-xadrez-largo-por-fora-dos-jeans. a melhor batida brasileira, bomba sexy e por aí. mas quando o grau de alcoolémia sobe, a exigência desce e assim lá pulei eu noite dentro, no total domínio do dancefloor. o meu novo amigo do bar, apesar de só poder servir whisky e gin, tinha uma garrafa de vodka debaixo do balcão que partilhou comigo em segredo. isto tornava as idas ao bar em verdadeiras avalanches de gargalhada dos meus amigos com o namoro que eu fazia ao dito barman para que me servisse da reserva proibida. só foi pena que os senhores quisessem fechar às 2h. lá pelas 2h30m começaram mesmo a arrumar copos e acender luzes, para desgosto dos já poucos mas enérgicos presentes.
enfim, descrita a atmosfera, passo a contar a ideia que-se-me-iluminou como que uma epifania.
os senhores a fechar. e nisto, queríamos uma música para fechar as hostilidades. e fomos pedir ao dj, que então já era o nosso melhor amigo depois do barman, para nos pôr o YMCA, dado que nada mais do que tinha se nos apresentava digno do encerramento.
e então iluminou-se-me. para quando uma cover deste mega hit por uma grande banda de rock? YMCA. brega, mas com ritmo. na altura pareceu-me a melhor ideia do mundo. mas quando acordei de manhã percebi que não. deve ter sido das emoções do dia.
bolacha encharcada.